MANUEL FERREIRA -artesanato em bunho: O BUNHO O QUE É?: "'O bunho ou buinha, é uma planta herbácea, da família das ciperáceas que se distingue das outras do mesmo género por ser uma planta vivaz. r..." "O bunho ou buinha, é uma planta herbácea, da família das ciperáceas que se distingue das outras do mesmo género por ser uma planta vivaz. robusta, de caules solitários, roliços, muito compressiveis, de folhas inferiores reduzidas a bainhas e as superiores com limbo curto e assoveJado, espiguetas em antela e flores com perianto formado de sedas, igualando ou excedendo o aquenio na fortificação. É espontânea em Portugal, é frequente nos pântanos e ribeiros sobretudo do centro e sul do país, sendo impossível o seu transplante e sementeira." E utilizado nas salinas.(Aveiro), para tapar as medas de sal protegendo-as contra a chuva. Depois de seco e preparado, tem a sua aplicação na industria artesanal: fabrico de esteiras, mobiliário e objectos decorativos.ESTE Blog Faz critica aos centros Históricos, Politicas, Abandono. A recuperação dos mesmos, Com o OBJECTIVO CONSTRUTIVO. Visando ainda o Comércio Tradicional.
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quarta-feira, 23 de março de 2011
MANUEL FERREIRA -artesanato em bunho: O BUNHO O QUE É?
MANUEL FERREIRA -artesanato em bunho: O BUNHO O QUE É?: "'O bunho ou buinha, é uma planta herbácea, da família das ciperáceas que se distingue das outras do mesmo género por ser uma planta vivaz. r..." "O bunho ou buinha, é uma planta herbácea, da família das ciperáceas que se distingue das outras do mesmo género por ser uma planta vivaz. robusta, de caules solitários, roliços, muito compressiveis, de folhas inferiores reduzidas a bainhas e as superiores com limbo curto e assoveJado, espiguetas em antela e flores com perianto formado de sedas, igualando ou excedendo o aquenio na fortificação. É espontânea em Portugal, é frequente nos pântanos e ribeiros sobretudo do centro e sul do país, sendo impossível o seu transplante e sementeira." E utilizado nas salinas.(Aveiro), para tapar as medas de sal protegendo-as contra a chuva. Depois de seco e preparado, tem a sua aplicação na industria artesanal: fabrico de esteiras, mobiliário e objectos decorativos.quinta-feira, 25 de setembro de 2008
OS TURISTAS.
OS TURISTAS.
Esses continuam a procura de visitar os respectivos monumentos, principalmente ao fim de semana, e é com grande tristeza que lhes digo que se encontra tudo fechado.
A comida típica continua sendo em Almeirim, a tão afamada sopa da pedra que tem ao longo dos anos desenvolvido aquela cidade.
A portugueses que vem a Santarém, há anos em passeio com familiares, e ainda não conseguíram ver a beleza interna dos nossos edifícios, artesanato típico, só ao sábado de manhã no Largo do seminário, onde se encontram alguns sobreviventes como os SRS:
Manuel das Neves, Maria das Neves e Artur branco, que vão dando amostras de artesanato local, que a maioria das pessoas não conhecem ou já se esqueceram, de objectos rústicos que eram usados noutros tempos.
Graças ao actual presidente, esses artesãos tem tido hipótese de vender e expor seus produtos.
Ajudando assim a dar mais vida aquele largo que, depois das 13.00 horas vai pouco a pouco se tornando um deserto.
Quanto a alguns monumentos como a Fonte das Figueiras e outros, não indicamos aos turistas, pois temos medo que esses ilustres visitantes possam ser vítimas de assaltos, devido a desertificação do Centro Histórico.
Pergunto?
Como pode Santarém ser Património Mundial, se não temos uma cidade bem cuidada, e nem condições de assegurar as condições daqueles que a visitam?
Esses continuam a procura de visitar os respectivos monumentos, principalmente ao fim de semana, e é com grande tristeza que lhes digo que se encontra tudo fechado.
A comida típica continua sendo em Almeirim, a tão afamada sopa da pedra que tem ao longo dos anos desenvolvido aquela cidade.
A portugueses que vem a Santarém, há anos em passeio com familiares, e ainda não conseguíram ver a beleza interna dos nossos edifícios, artesanato típico, só ao sábado de manhã no Largo do seminário, onde se encontram alguns sobreviventes como os SRS:
Manuel das Neves, Maria das Neves e Artur branco, que vão dando amostras de artesanato local, que a maioria das pessoas não conhecem ou já se esqueceram, de objectos rústicos que eram usados noutros tempos.
Graças ao actual presidente, esses artesãos tem tido hipótese de vender e expor seus produtos.
Ajudando assim a dar mais vida aquele largo que, depois das 13.00 horas vai pouco a pouco se tornando um deserto.
Quanto a alguns monumentos como a Fonte das Figueiras e outros, não indicamos aos turistas, pois temos medo que esses ilustres visitantes possam ser vítimas de assaltos, devido a desertificação do Centro Histórico.
Pergunto?
Como pode Santarém ser Património Mundial, se não temos uma cidade bem cuidada, e nem condições de assegurar as condições daqueles que a visitam?
terça-feira, 19 de agosto de 2008
A LEI DO TAO.
HÁ QUEM DIGA QUE, EXISTE UMA LEI CHAMADA: LEI DO TAO.
ESSA LEI NÃO É NADA MAIS QUE: UMA APARÊNCIA ILUSÓRIA, POR EX:
UM HOMEM POBRE QUE ILUDE OS OUTROS QUE É RICO.
AQUELE QUE DIZ QUE TEM MUITO ,MAS NÃO TEM NADA.
OU SEJA; AQUILO QUE É NÃO É, E O QUE NÃO É, É.
PASSAMOS A VIDA ENTRE CORTINA DE FUMAÇAS, E ASSIM É A NOSSA POLITICA.
SOMOS ILUDIDOS COM AQUILO EM QUE QUEREMOS ACREDITAR, QUANDO A REALIDADE É OUTRA.

TEMOS UMA IMAGEM ASSOCIADA DO DIA A DIA, QUE É O CAVALO E O CAMPINO.
QUANDO SE FALA EM SANTARÉM LÁ FORA, É ESSA IMAGEM QUE OS ESTRANGEIROS E MUITAS PESSOAS DE CERTA IDADE ASSOCIAM A SANTARÉM.
TÁ AQUI A TAL LEI DO TAO; É COMO ALGUMAS HISTÓRIAS CRIADAS E INVENTADAS EM TORNO DE UM MITO. SENDO QUE AQUI NÃO PRECISAMOS INVENTAR, FAZ PARTE DA CULTURA DESTE POVO.
INFELIZMENTE COMO NÃO HÁ TURISMO, SÓ ALGUMAS FEIRAS OCASIONAIS, NÃO TIRAMOS PARTIDO DESSAS IMAGENS FANTÁSTICAS E TRADICIONAIS QUE É O NOSSO CAMPINO, E AS SUAS OUTRAS FORMAS DE CULTURA ASSOCIADA. POR EX. RANCHOS, CARROS DE BOIS, E TRAJES A RIGOR.
CLARO QUE TUDO ISSO CUSTA DINHEIRO, E PARA ISSO É PRECISO MUITA GENTE NA CIDADE, E PESSOAS COM CONHECIMENTOS, NA ÁREA DO TURISMO, PARA FOMENTAR E CRIAR IDEIAS, QUE POSSAM SUSTENTAR TUDO O QUE ISSO IMPLICA.
MONUMENTOS NÃO FALTAM, E SE A CÂMARA QUISER, PODERIA TIRAR PARTIDO, CRIANDO PEQUENAS BARRACAS TÍPICAS, POR RUAS E PRAÇAS, COM VENDA DE ARTESANATO E OUTROS PRODUTOS, QUE NÃO AFECTASSEM O COMÉRCIO TRADICIONAL.
A CÂMARA COM ISSO IRIA BUSCAR OUTRA FONTE DE RENDIMENTOS, E MANTER, E TRAZER PESSOAS PARA A CIDADE.
ESSA LEI NÃO É NADA MAIS QUE: UMA APARÊNCIA ILUSÓRIA, POR EX:
UM HOMEM POBRE QUE ILUDE OS OUTROS QUE É RICO.
AQUELE QUE DIZ QUE TEM MUITO ,MAS NÃO TEM NADA.
OU SEJA; AQUILO QUE É NÃO É, E O QUE NÃO É, É.
PASSAMOS A VIDA ENTRE CORTINA DE FUMAÇAS, E ASSIM É A NOSSA POLITICA.
SOMOS ILUDIDOS COM AQUILO EM QUE QUEREMOS ACREDITAR, QUANDO A REALIDADE É OUTRA.

TEMOS UMA IMAGEM ASSOCIADA DO DIA A DIA, QUE É O CAVALO E O CAMPINO.
QUANDO SE FALA EM SANTARÉM LÁ FORA, É ESSA IMAGEM QUE OS ESTRANGEIROS E MUITAS PESSOAS DE CERTA IDADE ASSOCIAM A SANTARÉM.
TÁ AQUI A TAL LEI DO TAO; É COMO ALGUMAS HISTÓRIAS CRIADAS E INVENTADAS EM TORNO DE UM MITO. SENDO QUE AQUI NÃO PRECISAMOS INVENTAR, FAZ PARTE DA CULTURA DESTE POVO.
INFELIZMENTE COMO NÃO HÁ TURISMO, SÓ ALGUMAS FEIRAS OCASIONAIS, NÃO TIRAMOS PARTIDO DESSAS IMAGENS FANTÁSTICAS E TRADICIONAIS QUE É O NOSSO CAMPINO, E AS SUAS OUTRAS FORMAS DE CULTURA ASSOCIADA. POR EX. RANCHOS, CARROS DE BOIS, E TRAJES A RIGOR.
CLARO QUE TUDO ISSO CUSTA DINHEIRO, E PARA ISSO É PRECISO MUITA GENTE NA CIDADE, E PESSOAS COM CONHECIMENTOS, NA ÁREA DO TURISMO, PARA FOMENTAR E CRIAR IDEIAS, QUE POSSAM SUSTENTAR TUDO O QUE ISSO IMPLICA.
MONUMENTOS NÃO FALTAM, E SE A CÂMARA QUISER, PODERIA TIRAR PARTIDO, CRIANDO PEQUENAS BARRACAS TÍPICAS, POR RUAS E PRAÇAS, COM VENDA DE ARTESANATO E OUTROS PRODUTOS, QUE NÃO AFECTASSEM O COMÉRCIO TRADICIONAL.
A CÂMARA COM ISSO IRIA BUSCAR OUTRA FONTE DE RENDIMENTOS, E MANTER, E TRAZER PESSOAS PARA A CIDADE.
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quarta-feira, 21 de maio de 2008
QUEM QUER SALVAR O CENTRO HISTÓRICO?
A politica do governo para a requalificação dos centros históricos e das casas e prédios antigos não serve a ninguém. OS POBRES SENHORIOS que foram a classe média de outrora, é que continuam a serem penalizados; a pagarem cerca de 36% dos seus baixos rendimentos, e verem o seu património a desfazer-se em bocados, porque o rendimento dos seus patrimónios familiares, estão desfasados há décadas, e as actualizações não dão sequer para tomar um café. Enquanto isso muitos dos seus inquilinos que já nem moram lá, passam a vida em cafés e vão de férias, sem falar que muitos já compraram casas e até casa de férias. O senhorio fica por cá com uma renda miserável, fruto do investimento de seus pais e avós. O senhorio com tantos problemas, ainda tem que se preocupar com as ameaças de ser penalizado com a possibilidade do governo lhe confiscar o património por falta de obras. Enquanto isso o inquilino (alguns) se ri a espera de uma indemnização. Por esse andar qualquer dia o centro histórico estará no chão. E assim vai acabar as preocupações. AS SOLUÇÕES PARA A SALVAÇÃO DOS CENTROS HISTÓRICOS CONSISTE EM VER, ANALISAR, PESQUISAR CASO A CASO. POR EX. HÁ CASAS QUE ESTÃO ARRENDADAS QUE JÁ NÃO TEM CONTADOR DE ÁGUA E LUZ; (SENDO ASSIM NÃO MORA LÁ NINGUÉM) SE FOR A PROCURA NA VIZINHANÇA DO ACTUAL MORADOR, AS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELA REQUALIFICAÇÃO DOS CENTROS HISTÓRICOS, IRÃO DESCOBRI-LOS EM CASAS PRÓPRIAS E MODERNAS, A ESPERA QUE O SENHORIO LHES DÊ UMA INDEMNIZAÇÃO. Há PESSOAS IDOSAS NAS CIDADES QUE TEM DUAS E TRÊS CASAS ARRENDADAS POR VALORES INSIGNIFICANTES E NÃO ENTREGAM E Nem HABITAM.
CENTRO HISTÓRICO VERSUS ABANDONO.
Quem conheceu o centro histórico de SANTARÉM, SABE COMO ISTO ERA MOVIMENTADO. Cheguei para ficar nesta cidade no inicio dos anos 90; fiquei surpreendido com o movimento nas lojas e nas ruas, menos que em 1985, mas bom movimento de pessoas e comércios. Comprei um jornal da terra para ver os classificados. Os únicos anúncios que havia era: Aluga-se, trespassa-se, cede-se, não havia nada a venda. Sou morador do centro histórico, e fico triste com o desaparecimento dos moradores destas ruas principais. Uma cidade tão bonita que pouco a pouco está morrendo por culpa de pessoas que não aposta no amanhã. Eu diria mais. Essas pessoas dizem-se Escalabitanos, mas não contribuem em nada para o crescimento dessa cidade. Posso dizer que metade das lojas de Santarém dão prejuízo, e parte delas vivem devido a baixas rendas, e á muito comércio nesta cidade que não se modernizou. Há também muitos comerciantes que não fizeram obras para não pagarem mais qualquer coisa ao senhorio; há moradores a pagarem rendas ridículas, e não fazem obras porque a casa não é deles; há viúvas e reformados que ocupam casas que já não tem condição de habitabilidade, usam-nas para guardar monos; há senhoras de idade que já saíram das casa á anos e só vem de vez em quando pendurar uns trapos pra dizerem que moram lá; há também pais que alugaram casa em nome dos filhos, os filhos casaram e foram-se embora há mais de 20 anos. Pessoas idosas que fizeram e fazem arrendamentos a estudantes sem passar recibos em casas sem condições; e continuam a deixar as casas a caírem: Só devolvem quando a casa já estiver no chão. Também há outras situações como: A maior parte das pessoas já deixaram de pagar seguros nessas casas antigas tanto senhorio como inquilinos; ou seja se houver um sinistro dos grandes Adeus Centro Histórico. Agora os Bombeiros Voluntários foram-se embora, mas deserto isto ficou. As travessas já não são seguras para as senhoras, passou a ser dos lugares favoritos para roubar umas bolsas. As travessas do Centro Histórico de Santarém, a PARTIR DAS 15:00 HORAS, ESTÃO DESERTAS, DE VEZ EM QUANDO PASSA UMA ALMA. RESUMINDO E CONCLUINDO, QUAL É O JOVEM QUE QUER MORAR NUMA CASA ANTIGA, CHEIRANDO A MOFO, COM HUMIDADES, E PAGANDO O PREÇO DE UM QUARTO NUM ANDAR COM TODAS AS CONDIÇÕES, SEM FALAR NAS INSTALAÇÕES ANTIGAS DE ÁGUA E ELECTRICIDADE. (FORA O ESTACIONAMENTO) OS DINHEIROS DA CE QUE FORAM DADOS A PESSOAS PARA NÃO PRODUZIREM ERAM MELHOR EMPREGUE NOS CENTROS HISTÓRICOS DESSE NOSSO PORTUGAL. ESSE DINHEIRO PODIA FAZER AS OBRAS DOS SENHORIOS, COM A CONDIÇÃO QUE ASSIM QUE ALUGASSE, OS QUARTOS, LOJAS, CASAS, ANDARES, PRÉDIOS E ETC...O SENHORIO TIRAVA UMA PARTE PARA PAGAR ESSE EMPRÉSTIMO.
domingo, 6 de abril de 2008
Se o Turismo chegasse a essa cidade de SANTARÉM.
SE o Turismo fosse desenvolvido em Santarém, o nosso Comércio Tradicional estaria mais desenvolvido e competitivo . Com as pessoas certas e com a colaboração dos comerciantes e dos moradores do centro histórico, Poderíamos ser um grande Centro Comercial, e não teríamos que recear os Shopings e os hipermercados. Sem falar que gerava empregos e haveria sempre pessoas na Cidade, contribuindo assim no combate ao crime e vandalismo. SANTARÉM tem tanto potencial, tem um património riquíssimo, é uma Cidade linda. É preciso que os nossos senhores políticos administrativos desta cidade despertem ou sejam despertados. Eles não são culpados sozinhos, o cidadãos também contribuíram para isso. Quando esta terra tinha movimento de pessoas e de comércio, choviam queixas na Câmara, se não era do barulho era da concorrência, queixas feitas muitas vezes por comerciantes ultrapassados que nunca investiram nos seus estabelecimentos, minando assim o sangue novo e as ideias novas de renovação do comércio local. Hoje todos se queixam e é mais fácil culpar o Presidente da Câmara. Há muita coisa para fazer, é preciso vontade e determinação, a critica destrutiva sempre vai existir. UMA CIDADE QUE NÃO TEM NADA A OFERECER AS PESSOAS, NÃO HÁ INTERESSE TURÍSTICO. QUEM SABE SE AS RUÍNAS NO FUTURO ATRAÍREM TURISTAS, TALVEZ VALA A PENA DEIXAR A CIDADE CAIR.
terça-feira, 11 de março de 2008
Artesanato em Santarèm
Exposição, realizada no W SHOPPING DE SANTARÈM. EXPOSIÇÃO DE ABRIL. Tema Máscaras. (MASCARAS IBÉRICAS) O actual presidente de câmara de Santarém, tem contribuído muito para a divulgação da nossa cidade, e dado oportunidades para os artesãos no Largo do seminário. Há também comerciantes nas ruas do matadouro e perto da praça de touros que estão muito contentes com as receitas trazidas pelos visitantes. Na cidade os comerciantes também estão animados com as festas, pois trazem movimento a cidade e aos cafés. O nosso W SHOPPING DE SANTARÈM, tem feito vários tipos de exposições, o que ajuda-nos a abrir nossos horizontes. EXPOSIÇÃO DE Maio, PREVENÇÃO, PROTEJA AS FLORESTAS, SOLDADOS DO FOGO, E TODO TIPO DE INFORMAÇÃO E DE PREVENÇÃO.

O bunho (Schoenoplectus lacustris) é uma erva vivaz da família das ciperáceas nativa da Europa. Era anteriormente classificado com Scirpus lacustris. Possui espiguetas ovóides e frutos aquênicos.
É comum em áreas húmidas e alagadiças, como riachos, lagoas, pântanos e pauis do norte e centro de Portugal. Cresce em densos maciços, cobrindo largas áreas sobre as águas. Os caules são utilizados no fabrico de móveis e esteiras.
O nome bunho aparece com frequência associado à toponímia de locais, por exemplo Bunhal, Vale de Bunho.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bunho
TODO SÁBADO HÁ VENDA DE ARTESANATO FEITO EM BUNHO,UM TRABALHO BONITO QUE TENDE A DESAPARECER.
Os trabalhos em bunho são característicos da Lezíria, pois trata-se de uma planta que cresce no rio Tejo. É apanhado ainda verde, depois cortado em tamanhos diversos e finalmente é secado. Com este material fazem-se empalhamentos em mesas, cadeiras, canapés, cadeirões, bancos e outros objectos decorativos.
VER MAIS EM: http://obunho.blogspot.com/
SE QUISEREM VER ARTESANATO, VENHA A SANTARÉM NO LARGO DO SEMINÁRIO. http://santaremartesanato.blogspot.com/

O bunho (Schoenoplectus lacustris) é uma erva vivaz da família das ciperáceas nativa da Europa. Era anteriormente classificado com Scirpus lacustris. Possui espiguetas ovóides e frutos aquênicos.
É comum em áreas húmidas e alagadiças, como riachos, lagoas, pântanos e pauis do norte e centro de Portugal. Cresce em densos maciços, cobrindo largas áreas sobre as águas. Os caules são utilizados no fabrico de móveis e esteiras.
O nome bunho aparece com frequência associado à toponímia de locais, por exemplo Bunhal, Vale de Bunho.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bunho
TODO SÁBADO HÁ VENDA DE ARTESANATO FEITO EM BUNHO,UM TRABALHO BONITO QUE TENDE A DESAPARECER.
Os trabalhos em bunho são característicos da Lezíria, pois trata-se de uma planta que cresce no rio Tejo. É apanhado ainda verde, depois cortado em tamanhos diversos e finalmente é secado. Com este material fazem-se empalhamentos em mesas, cadeiras, canapés, cadeirões, bancos e outros objectos decorativos.
VER MAIS EM: http://obunho.blogspot.com/
SE QUISEREM VER ARTESANATO, VENHA A SANTARÉM NO LARGO DO SEMINÁRIO. http://santaremartesanato.blogspot.com/
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