MANUEL FERREIRA -artesanato em bunho: O BUNHO O QUE É?: "'O bunho ou buinha, é uma planta herbácea, da família das ciperáceas que se distingue das outras do mesmo género por ser uma planta vivaz. r..." "O bunho ou buinha, é uma planta herbácea, da família das ciperáceas que se distingue das outras do mesmo género por ser uma planta vivaz. robusta, de caules solitários, roliços, muito compressiveis, de folhas inferiores reduzidas a bainhas e as superiores com limbo curto e assoveJado, espiguetas em antela e flores com perianto formado de sedas, igualando ou excedendo o aquenio na fortificação. É espontânea em Portugal, é frequente nos pântanos e ribeiros sobretudo do centro e sul do país, sendo impossível o seu transplante e sementeira." E utilizado nas salinas.(Aveiro), para tapar as medas de sal protegendo-as contra a chuva. Depois de seco e preparado, tem a sua aplicação na industria artesanal: fabrico de esteiras, mobiliário e objectos decorativos.ESTE Blog Faz critica aos centros Históricos, Politicas, Abandono. A recuperação dos mesmos, Com o OBJECTIVO CONSTRUTIVO. Visando ainda o Comércio Tradicional.
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quarta-feira, 23 de março de 2011
MANUEL FERREIRA -artesanato em bunho: O BUNHO O QUE É?
MANUEL FERREIRA -artesanato em bunho: O BUNHO O QUE É?: "'O bunho ou buinha, é uma planta herbácea, da família das ciperáceas que se distingue das outras do mesmo género por ser uma planta vivaz. r..." "O bunho ou buinha, é uma planta herbácea, da família das ciperáceas que se distingue das outras do mesmo género por ser uma planta vivaz. robusta, de caules solitários, roliços, muito compressiveis, de folhas inferiores reduzidas a bainhas e as superiores com limbo curto e assoveJado, espiguetas em antela e flores com perianto formado de sedas, igualando ou excedendo o aquenio na fortificação. É espontânea em Portugal, é frequente nos pântanos e ribeiros sobretudo do centro e sul do país, sendo impossível o seu transplante e sementeira." E utilizado nas salinas.(Aveiro), para tapar as medas de sal protegendo-as contra a chuva. Depois de seco e preparado, tem a sua aplicação na industria artesanal: fabrico de esteiras, mobiliário e objectos decorativos.quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Centros históricos continuam a cair
Tabela de:.inverbis./coeficienterenda
Infelizmente o não aumento do coeficiente que permite aumentar as rendas em 2010 e a atribuição de um aumento de 0,30 cêntimos por cada 100,00 euros de renda, condena os Centros Históricos a tornarem-se verdadeiras ruínas.
A carga fiscal em cima dos senhorios com rendas baixas é demasiadamente elevada. Existem senhorios que paga para os inquilinos viverem em suas casas, os impostos e as contribuições sobre imóveis são superiores aos ganhos anuais. Isto faz com que muitos senhorios deixem de pagar seguros. Em caso de incêndio nas cidades velhas, jamais o património poderá ser recuperado com a traça original e depois devido os problemas de estacionamento e o fraco comércio tradicional mais a desertificação natural, faz com que não haja investidores. Como se não bastasse estes problemas, a abertura de negócios nas cidades históricas exigem um investimento muito grande, não só em projectos e licenças como também pelas pequenas divisões existentes nas casas antigas, salvo "ÓBIDOS" que é um excelente exemplo de conservação de uma cidade histórica, onde o comércio trabalha num património não modificado, estas casas funcionam com as mesmas dimensões de à 100 anos.
ÓBIDOS sem dúvida deveria ser um exemplo para todo Portugal, pois o que é típico é que é histórico e de interesse para o turismo nacional. Podemos também aprender com os espanhóis pois eles são um bom exemplo de gestão turística e os portugueses pagam e deixam lá muito dinheirinho para ver coisas recuperadas que temos cá.
Quanto as rendas baixas, existem muitos senhorios com rendas inferiores à 20,00 euros e alguns com menos de 2,00 euros de renda. Ora! Temos que ver que a mão de obra facturada por um profissional da construção civil é cerca de 25,00 euros hora, fora o material. Isto faz com que o investimento dos senhorios no Centro Histórico, seja muito mal negócio, sem falar que a maioria não têm dinheiro nem para recuperar à casa onde vivem, quanto mais fazer obras a favor de inquilinos que têm mais poder de compra que eles.
Outro factor que desmotiva e condena os Centros Históricos são sem dúvidas os inquilinos não residentes. Estes já vivem em casas modernas e confortáveis mas não entregam as casas velhas por causa das rendas baixas, usam na sua maioria, as casas para guardarem mónos, ou seja à casa serve de armazém.
Por sua vez o senhorio sabe disso e sabe que estas casas têm a água e a luz desligada à muitos anos, também sabe que o inquilino aparece ali uma ou duas vezes por ano. só que um processo em tribunal é caro e moroso, muitas vezes superiores aos rendimentos do senhorio. A única solução é fazer uma inspecção e ver caso a caso os problemas do património e da mesma forma que o governo exige obras do senhorio, exigir também aumentos significativos dos inquilinos que lá não vivem e que impedem o progresso da cidade.
Quantos aos aumentos: É realmente uma vergonha. Imaginem que no primeiro caso o governo aprovasse um aumento de 500% para rendas até 20,00 euros. Aqui teríamos uma renda de 100,00 euros mensais, ganhava o governo com os impostos e o senhorio que poderia fazer algumas melhorias. No caso de 2,00, teríamos um aumento para 10,00 euros, pelo menos seria um aumento significativo e pouco à pouco ia-se dando vida aos centros históricos.
Com a actual crise, seria óptimo para todos, inclusive para as seguradoras que fariam mais seguros.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Eta cafézinho ruim.

A nossa cidade foi invadida pelos piores cafés que podemos tomar.
Devia haver um concurso do pior café, pois está cada vez mais difícil tomar um bom café na nossa cidade.
Tenho corrido os cafés de Santarém (planalto), a minha vida de desempregado crónico assim me permite.
É fantástico os venenos que nós podemos comprar com, 0.55 e 0.60 cêntimos, o gosto do mau café é tão forte, que quase temos que lamber sabão, para nos ver livre dele.
Os donos desses maravilhosos cafés, ou querem nos matar ou se livrar da clientela, que já é pouca.
Senhores comerciantes do café, tirem um curso de mistura de cafés, nós clientes estamos dispostos a pagar mais qualquer coisinha por um bom café.
Ganhem o vosso dinheiro, mas não envenenem a malta.
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